Fonte: https://www.congressoemfoco.com.br – Congresso em Foco
Aliança entre setores público e privado traz estratégias para fortalecer o combate a fraudes e golpes bancários digitais.
O Ministério da Justiça e da Segurança Pública lançou, na quarta-feira (3), o Plano de Ação Conjunto para o Combate a Fraudes Bancárias Digitais, que propõe nova estratégia para o combate às fraudes e golpes bancários digitais.
Trata-se de um esquema com mais de 20 iniciativas concretas embasadas em ações integradas que compreendem desde a prevenção e educação do consumidor até a repressão e recuperação de ativos.
Tecnologia, inteligência, comunicação e articulação institucional foi compiladas para que não hajam brechas no combate. A execução do plano envolve ações ao longo dos próximos 60 meses em um trabalho conjunto de avaliação, análise e priorização de iniciativas por órgãos públicos e instituições privadas.
A Aliança Nacional de Combate a Fraudes Bancárias Digitais se dedicou a mais de 230 horas de trabalho, ao somar 357 especialistas de 23 entidades envolvidas.
Ao todo, seis pilares norteiam o aprimoramento do combate a fraudes bancárias:
- Aprimoramento dos processos de prevenção a fraudes e golpes;
- Intensificação do combate e repressão contra crimes de fraudes e golpes;
- Compartilhamento e tratamento de dados e informações;
- Capacitação de agentes, entidades privadas e da população;
- Tratamento e cuidados às vítimas;
- Conscientização da população para prevenção.
Aliança Nacional
Do lado público, compõem essa aliança o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Receita Federal, Banco Central do Brasil, INSS, ANPD, Anatel, Polícia Federal, Serpro e Conselho Nacional de Chefes de Polícia (CONCPC).
Do lado privado, participam da Aliança a Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin); Febraban; Zetta, associação que representa empresas do setor financeiro e de meios de pagamentos; a Associação Brasileira de Bancos (ABBC); B3; Associação Brasileira de Internet (Abranet); Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abipag); Câmara Brasileira de Economia Digital; Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV); Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs); Conexis Brasil Digital; Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC); Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC); e de Tecnologias Digitais (Brasscom).
Leia também
Perspectivas para 2026: cenário macroeconômico e os novos contornos do mercado de crédito